Cuba Salud 2012

Titulo

552- DIFICULDADES E FACILIDADES PARA O ENSINO DA SAÚDE COLETIVA: EXPERIÊNCIA DE DOCENTES DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA, BAHIA, BRASIL

Autores

Souza Mariluce Karla Bomfim de , Cordeiro Rosa Cândida , Rivemales Maria Conceição Costa , Santa Bárbara Josele de Farias Rodrigues

Resumen


As universidades brasileiras que ofertam cursos de graduação em Saúde (Medicina, Odontologia, Enfermagem...) buscam o estabelecimento de parcerias com secretarias municipais e estaduais no sentido de garantir a oferta dos espaços públicos dos serviços de saúde para a formação prática. A Lei Orgânica nº 8080/90 dispõe que os serviços públicos que integram o Sistema Único de Saúde constituem campo de prática para ensino e pesquisa (BRASIL, 1990). Diante da realidade vivenciada numa universidade brasileira, este resumo apresenta o relato das principais facilidades e dificuldades vivenciadas para a operacionalização das disciplinas que requerem campos de prática na área da Saúde Coletiva. Tomando como exemplo o curso de Graduação em Enfermagem, de início a coordenadora do curso contacta o responsável no município por alocar tais serviços e que considera as demandas dos programas e de outras instituições de ensino. Nesse processo, depara-se com alguns conflitos: determinação da secretaria de saúde acerca das unidades de saúde a serem utilizadas como campos de prática; ausência de planejamento coletivo. Algumas facilidades são: contato prévio com os gerentes das unidades a fim de adequar as demandas das disciplinas à rotina dos profissionais; valorização da presença da universidade nos serviços de saúde. As comissões de integração ensino-serviço têm sido criadas crescentemente nos municípios brasileiros como uma proposta de implementação da Política de Educação Permanente e formalização das parcerias universidade-serviço. Na realidade vivenciada, desde a criação da comissão tem sido facilitado o enfrentamento dos conflitos/dificuldades para a articulação ensino-serviço.